(Print) Use this randomly generated list as your call list when playing the game. There is no need to say the BINGO column name. Place some kind of mark (like an X, a checkmark, a dot, tally mark, etc) on each cell as you announce it, to keep track. You can also cut out each item, place them in a bag and pull words from the bag.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
O "Modelo Sociocultural" valoriza a surdez como uma experiência visual-espacial.
A Orientação da palma da mão altera o significado do sinal.
A Cultura Surda transcende a deficiência auditiva, baseando-se na identidade e pertencimento.
O Ponto de Articulação (PA) define onde o sinal é realizado no corpo.
O "Setembro Azul" simboliza a luta e a resistência da comunidade.
A Libras não é português sinalizado; possui léxico original.
A educação bilíngue é um direito fundamental do aluno surdo.
O atendimento humanizado na saúde depende do respeito à Libras.
A Libras não é universal; difere da ASL americana ou LGP portuguesa.
Free!
O reconhecimento sociopolítico é uma meta da comunidade surda.
A identidade surda é um conceito dinâmico, podendo ser híbrida ou transitória.
A Libras não é baseada em sons ou fonemas.
A Expressão Facial e Corporal é a "gramática invisível" da Libras.
A surdez não é um impedimento para o desenvolvimento intelectual.
A expressão facial substitui a entonação da voz no português.
O Congresso de Milão excluiu professores surdos das salas de aula.
A garantia dos direitos civis passa pela fluência na língua de sinais.
O movimento "Deaf President Now" ocorreu na Gallaudet University em 1988.
A resistência é um pilar central na construção da identidade surda.
A ordem das frases na Libras pode variar entre SOV, SVO ou VSO.
O Congresso de Milão de 1880 impôs o "Oralismo Puro" mundialmente.
William Stokoe provou, em 1960, que a Libras possui gramática própria.
Valorizar a Libras é valorizar a diversidade humana e cultural.
A visibilidade da Libras ajuda a combater o preconceito linguístico.
O termo "Surdo" (com letra maiúscula) é uma marca de identidade política.
O papel do intérprete é crucial para a mediação comunicativa.
A Libras é processada por um canal estritamente visual-espacial.
"Deficiente auditivo" é um termo associado ao modelo médico de normalização.
A Libras não é mímica; é uma língua natural com sintaxe própria.
O mês de setembro é o período de maior visibilidade e orgulho surdo.
O "Deaf President Now" é um marco global de empoderamento surdo.
O pertencimento à comunidade surda depende do nível de interação social.
A cultura surda é essencial para a inclusão e reconhecimento de direitos civis.
Na Antiguidade, surdos eram muitas vezes abandonados por serem considerados incapazes.
A Libras foi reconhecida legalmente no Brasil em 2002.
A Comunidade Surda é uma rede que inclui surdos, familiares e intérpretes.
O trabalho de Stokoe encerrou a patologização das línguas de sinais.
O "Modelo Médico" enxerga a surdez como uma patologia a ser corrigida.
O ano de 1755 marcou a sistematização da Língua de Sinais Francesa por L'Epée.
O Movimento (M) é essencial para a dinâmica e sentido do sinal.
A Configuração de Mão (CM) é um dos 5 parâmetros fundamentais da Libras.
O ensino bilíngue no Brasil foi institucionalizado a partir de 2005.
Os 5 parâmetros são a base para a construção correta de qualquer sinal.
A Cultura Surda inclui artes, literatura e humor visual próprio.
A Libras possui regras gramaticais tão complexas quanto o português.