(Print) Use this randomly generated list as your call list when playing the game. There is no need to say the BINGO column name. Place some kind of mark (like an X, a checkmark, a dot, tally mark, etc) on each cell as you announce it, to keep track. You can also cut out each item, place them in a bag and pull words from the bag.
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Respondi a uma pergunta difícil com: "E o que é que tu achas disso?" para ganhar tempo.
Saí de um atendimento a sentir que tinha corrido uma maratona de tanto que suei.
Passei horas a criar um jogo lindo e o paciente preferiu brincar com a caixa.
Já saí da clínica com um adesivo ou figurinha colada na roupa sem saber.
Decifrei uma letra de relatório escolar que parecia um código secreto de espionagem.
Esqueceu-se de onde estacionou o carro (ou para onde ia) no final de um dia exaustivo.
Falei com um adulto usando a mesma "voz de fono/terapeuta" que uso com as crianças.
Free!
Chamei o paciente pelo nome do meu filho, irmão ou pet por engano.
O paciente levantou-se para sair e continuou a falar na porta por mais 15 minutos.
Segurei o choro com um paciente e fingi que era apenas um cisco no olho.
O meu joelho estalou tão alto ao agachar que o som ecoou pela sala toda.
O meu estômago roncou alto no silêncio da sessão e fingi que foi um barulho na rua.
Fiz uma cara de quem estava a processar uma teoria profunda, mas estava só a tentar lembrar-me se fechei a porta de casa.
Já levei um banho de saliva (ou um espirro) bem na hora da avaliação de motricidade.
Tenho uma coleção de "lixo" (rolos de papel, caixas) porque vejo potencial terapêutico em tudo.
Apanhei-me a analisar a deglutição de alguém num restaurante ou festa.
Já tive nojo de uma textura de "slime" ou massinha que eu mesma propus ao paciente.
Consigo tirar o sapato e a meia em 2 segundos sem usar as mãos.
Atendi um paciente online de blusa social e calças de pijama (o clássico!).
Encontrei uma peça de Lego ou um brinquedo dentro da minha meia ao chegar a casa.
O paciente fez um som/movimento perfeito na receção, mas na sessão "esqueceu-se".
Já entrei na sala de integração sensorial para organizar e saí de lá mais descabelada que a criança.
Fiz o "aceno de cabeça clássico" enquanto pensava no que ia jantar.
Já me senti uma detetive a tentar encontrar a peça de um jogo que sumiu misteriosamente.
Já usei termos como "ressignificar" ou "estimular" numa discussão de família.