(Print) Use this randomly generated list as your call list when playing the game. There is no need to say the BINGO column name. Place some kind of mark (like an X, a checkmark, a dot, tally mark, etc) on each cell as you announce it, to keep track. You can also cut out each item, place them in a bag and pull words from the bag.
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Mãe que culpa só o filho pelos problemas.,
Comparar o adolescente com primos "bons".,
Esquecer as datas importantes do adolescente.,
Buscar espiritualidade como força de resiliência.,
Estimular esporte ou hobby como válvula de escape.,
Respirar fundo e contar até 10 antes de brigar.,
Deixar o jovem ocioso e sem rotina em casa.,
Rotular o filho para sempre como "delinquente".,
Buscar parceria com a escola e o CRAS.,
Família que abandona a visita na unidade.,
Esconder o atendimento psicológico por vergonha.,
Expor os filhos às brigas violentas do casal.,
Cuidar da própria saúde mental para cuidar do filho.
Manter diálogo aberto sobre álcool e drogas.,
Invadir a privacidade do quarto sem avisar.,
Perguntar "como você está se sentindo?" diariamente.,
Valorizar cada pequena conquista do adolescente.,
Dizer que "isso é frescura" ou "falta de Deus".,
Fazer rodas de conversa em família toda semana.,
Construir um projeto de vida prático pós-medida.,
Acumular estresse e descontar no mais fraco.,
Acreditar que o filho "não tem jeito" ou futuro.,
Acolher o retorno para casa sem humilhação.,
Tratar a medida como "castigo" e não como "chance".,
Gritar e bater para resolver os conflitos.,
Envolver a avó e os tios na rede de apoio.,
Pais que escutam sem interromper.,
Participar ativamente das reuniões socioeducativas.,
Dividir a criação com afeto e limite claro.,
Procurar o CAPS quando a crise emocional chega.,
Responsabilizar o jovem por tudo que dá errado.,
Ignorar sinais de tristeza profunda no filho.,
Desmarcar a terapia porque "não está adiantando".,
Fazer tudo pelo jovem por medo de perdê-lo.,
Pai que pede desculpas e chora junto.,
Tratar o erro do filho como uma traição pessoal.,
Separar o ato infracional da identidade do filho.,
Dividir as tarefas domésticas para dar autonomia.,
Banalizar o uso de substâncias pelo jovem.,
Reconhecer o próprio cansaço e pedir ajuda.,
Acompanhar o filho nas consultas com psicólogo.,
Só cobrar boas notas e esquecer o emocional.,
Reconhecer o esgotamento da equipe de saúde.,
Sobrecarregar apenas a mãe com toda a responsabilidade.,
Estabelecer horário de sono e refeição juntos.,
Desautorizar os educadores na frente do jovem.,
Isolar a família dos vizinhos e da escola.,
Comemorar aniversários e datas dentro da unidade.,
Reconhecer que o adoecimento mental existe na família.,
Monitorar redes sociais com parceria, não com espiada.,