Personagem inocente que na verdade é o vilão Família opressora / herança maldita Um personagem que só existe em finais ruins, mas é tratado como se sempre estivesse lá. O próprio cenário apresenta versões conflitantes da verdade, como se cada objeto fosse calculado para acusar ou confundir. NPC que explica a cidade inteira em falas enormes… e depois revela que não sabe ler/escrever. Explicação mágica + explicação científica coexistindo O cenário age como se soubesse que está sendo observado (quadros mudam, rádios narram, bonecos te encaram). Questão de herança/família que vira o núcleo do terror Ambiente orgânico em que a cidade pulsa, respira, sangra ou floresce como um corpo vivo. Garota traumatizada como protagonista A protagonista é a responsável por plantar as flores que mataram a vila inteira. NG+ Continua a história Protagonista não confiável Reviravolta de identidade Entidade ou vilão representado no cenário como vítima, revelando outro lado da história. Flores narrando o passado das vítimas (alguns cadáveres e flores falam com a protagonista). Versões diferentes do mesmo evento dependendo de quem conta Objetos escritos (cartas, rabiscos, grafites) revelam pedaços contraditórios da verdade. Dois personagens brigando sobre se as mortes são obra da ciência (fungo/pólen) ou da maldição (flores demoníacas) Situação ou detalhe banalmente cômico no cenário que destoa do horror Diálogo longo e filosófico sobre o bem e o mal Vestígios de uma promessa (foto, brinquedo, bilhete) aparecem repetidamente, mas de forma cada vez mais corrompida. O cenário apresenta um detalhe final enigmático, sugerindo que o ciclo não acabou. Mistério nunca explicado 100% Loop temporal Personagem inocente que na verdade é o vilão Família opressora / herança maldita Um personagem que só existe em finais ruins, mas é tratado como se sempre estivesse lá. O próprio cenário apresenta versões conflitantes da verdade, como se cada objeto fosse calculado para acusar ou confundir. NPC que explica a cidade inteira em falas enormes… e depois revela que não sabe ler/escrever. Explicação mágica + explicação científica coexistindo O cenário age como se soubesse que está sendo observado (quadros mudam, rádios narram, bonecos te encaram). Questão de herança/família que vira o núcleo do terror Ambiente orgânico em que a cidade pulsa, respira, sangra ou floresce como um corpo vivo. Garota traumatizada como protagonista A protagonista é a responsável por plantar as flores que mataram a vila inteira. NG+ Continua a história Protagonista não confiável Reviravolta de identidade Entidade ou vilão representado no cenário como vítima, revelando outro lado da história. Flores narrando o passado das vítimas (alguns cadáveres e flores falam com a protagonista). Versões diferentes do mesmo evento dependendo de quem conta Objetos escritos (cartas, rabiscos, grafites) revelam pedaços contraditórios da verdade. Dois personagens brigando sobre se as mortes são obra da ciência (fungo/pólen) ou da maldição (flores demoníacas) Situação ou detalhe banalmente cômico no cenário que destoa do horror Diálogo longo e filosófico sobre o bem e o mal Vestígios de uma promessa (foto, brinquedo, bilhete) aparecem repetidamente, mas de forma cada vez mais corrompida. O cenário apresenta um detalhe final enigmático, sugerindo que o ciclo não acabou. Mistério nunca explicado 100% Loop temporal
(Print) Use this randomly generated list as your call list when playing the game. Place some kind of mark (like an X, a checkmark, a dot, tally mark, etc) on each cell as you announce it, to keep track. You can also cut out each item, place them in a bag and pull words from the bag.
G-Personagem inocente que na verdade é o vilão
S-Família opressora / herança maldita
S-Um personagem que só existe em finais ruins, mas é tratado como se sempre estivesse lá.
S-O próprio cenário apresenta versões conflitantes da verdade, como se cada objeto fosse calculado para acusar ou confundir.
S-NPC que explica a cidade inteira em falas enormes… e depois revela que não sabe ler/escrever.
G-Explicação mágica + explicação científica coexistindo
S-O cenário age como se soubesse que está sendo observado (quadros mudam, rádios narram, bonecos te encaram).
U-Questão de herança/família que vira o núcleo do terror
U-Ambiente orgânico em que a cidade pulsa, respira, sangra ou floresce como um corpo vivo.
U-Garota traumatizada como protagonista
S-A protagonista é a responsável por plantar as flores que mataram a vila inteira.
U-NG+ Continua a história
E-Protagonista não confiável
G-Reviravolta de identidade
S-Entidade ou vilão representado no cenário como vítima, revelando outro lado da história.
S-Flores narrando o passado das vítimas (alguns cadáveres e flores falam com a protagonista).
E-Versões diferentes do mesmo evento dependendo de quem conta
U-Objetos escritos (cartas, rabiscos, grafites) revelam pedaços contraditórios da verdade.
S-Dois personagens brigando sobre se as mortes são obra da ciência (fungo/pólen) ou da maldição (flores demoníacas)
S-Situação ou detalhe banalmente cômico no cenário que destoa do horror
G-Diálogo longo e filosófico sobre o bem e o mal
E-Vestígios de uma promessa (foto, brinquedo, bilhete) aparecem repetidamente, mas de forma cada vez mais corrompida.
E-O cenário apresenta um detalhe final enigmático, sugerindo que o ciclo não acabou.
E-Mistério nunca explicado 100%
G-Loop temporal